terça-feira, 20 de outubro de 2009

O bom samaritano





Dados divulgados, recentemente, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) dão conta de que a cada três segundos uma pessoa comete suicídio no mundo. O mais triste disso tudo, diz a organização, é que a maioria dos suicídios poderia ser prevista e evitada.

Veja que a ação do mal pelo mundo afora não tem limite; a cada dia ele investe pesado, pois seu objetivo final é tragar o maior número de pessoas para o seu reino, a saber, o das trevas.

Por outro lado, a nossa obrigação - como cristãos e propagadores do Evangelho da Salvação - é sermos muito mais ágeis do que ele; amarmos o nosso semelhante, mesmo aquele que nos quer mal.

Sabemos, porém, que muitos só “fazem o bem” aos que estão em condições favoráveis e superiores, os quais, obviamente, podem lhe oferecer algo em troca. Mas saiba que esse sentimento não é de Deus, pois que bem você faz dedicando-se, tão somente, aos que admira, ama ou considera? Nenhum.

Ora, aquele que almeja agradar a Deus - incondicionalmente - tem de praticar o que está escrito e agir conforme Ele orienta. E uma destas ordenanças é a de ajudar o seu semelhante, importando-se com seus problemas e aflições. Exatamente aquilo que você espera de nós quando chega à Igreja, ou seja, que lhe ofereçamos apoio espiritual e, a partir dali, você encontre um verdadeiro rumo para a sua vida.

A pergunta é: Com quem realmente devemos nos importar e demonstrar o nosso amor cristão?

Diz a Bíblia (Lucas 10.25-37) que um homem viajava de Jerusalém para Jericó. No caminho, ele foi assaltado por marginais, que, além de roubarem todos os seus pertences, o maltrataram cruelmente, abandonando-o muito ferido, quase à morte.

Três pessoas passaram por ele: o primeiro, um sacerdote, conhecedor da Palavra, porém, sequer olhou, passou de largo, numa atitude de completo desamor.

O segundo, um levita, olhou e, não o reconhecendo – talvez - como alguém de sua família, desconsiderou. O terceiro, um samaritano (verdadeiro inimigo dos judeus), foi o único que se compadeceu daquele pobre homem, parou e o ajudou. A verdade é que, muitas vezes, a ajuda vem de pessoas que jamais imaginamos.

Amigo internauta, essa parábola deixa um grande aprendizado a todos. Se você fosse um dos integrantes dela, quem seria? O sacerdote, o levita ou o bom samaritano?

Um comentário:

  1. Incrível como sempre que lemos a parábola, já finda, costumamos afirmar que agiriamos como o bom samaritano... mas no fundo... será q isso é realidade?
    Será que muitos de nós não age como o sacerdote ou o levita.
    Sempre temos situações em que alguém depende de nossa ajuda, e nós colocamos inúmeros impedimentos, várias objeções para estendermos a mão... e damos sempre alguma desculpa para isso.
    Realmente essa parábola deve nos levar a pensar... pensar naqueles q estão não em um caminho distante, mas ao nosso lado, pedindo auxílio.... e a quem, por inúmeras vezes, temos omitido nossa mão amiga e nossa ajuda.

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